sábado, 25 de setembro de 2010

CAPÍTULO 33 – FINAL... FELIZ

— Laís?
— Oi, Clarinha...
— Desculpa não ter respondido suas ligações no fim de semana, estava muito confusa... precisava pensar.
— Imaginei. Ver Fernanda depois de tanto tempo não deve ter sido fácil...
— Isso mesmo.
— Vocês se encontraram depois do dia da festa?
— Não..., ..., acho mesmo que não temos mais nada para conversar. Afinal, ela não foi ao encontro, virou a página...
— Não está na hora de você fazer o mesmo?
— ...
— Clara?
— É por isso que estou ligando...
— Não sei se entendi...
— Quero que você me ajude a esquecer Fernanda de uma vez por todas.

***

Quando desliguei o telefone, com um sorriso no canto dos lábios e apertando o aparelho contra o peito, Gustavo estava sorrindo esparramado sobre os almofadões da sala de TV. Ele ouviu a conversa e entendeu, óbvio.
— Você é mesmo a mulher mais foda que eu conheço.
Olhei-o maliciosamente e joguei-me entre suas pernas.
— Não falei que a teria. – peguei de sua mão o copo de vodka e tomei tudo em um gole. — Ainda vou desfilar com ela embaixo do nariz de Fernanda. Aquela cadelazinha vai se arrepender de ter me dado um tapa.
— Vocês marcaram onde?
— No apartamento dela, hoje á noite...
— Hummm, então creio que dormirá fora de casa...
— Você tem alguma dúvida?

***

Quando Clara desligou, Nana esfregou as mãos com expressão de menina travessa e explodiu numa gargalhada contagiante. Ela parecia mais determinada em se vingar de Laís do que nós. Na verdade, eu só pensava em estar a sós com Clarice.
Se bem que é muito agradável estar na companhia de Ana Paula. A leal amiga de Clara, fiel escudeira, é mesmo um encanto, uma raridade, e fico pensando que nesta vida, ter amigas como Nana é ter quase tudo.
— Nana, queria te agradecer por tudo. – não resisti e disse depois que as risadas cessaram e Clara enroscou-se nos meus braços.
— Não há de quê... pelo menos agora Clarice me deixa em paz.
— Eu te perturbava tanto assim?
— Demais... ao ponto de eu ter que resolver isso. – provocou sarcasticamente. Depois sorriu e: — Eu só não aguentava mais te ver agoniada com essa história mal resolvida. E como as pistas foram caindo no meu colo, não foi difícil bancar seu anjo da guarda...
— Você foi NOSSO anjo da guarda. – respondi.
Nana ficou um instante em silêncio sob nosso olhar, mas depois sorriu maliciosamente, dirigindo-se à Clara.
— Lembra quando te contei sobre a primeira vez que vi Fernanda?
As duas riram cúmplices e não entendi.
— O que você contou? – fingi irritação enquanto elas trocavam olhares decidindo quem falaria.
— Nana ficou encantada com você, te achou linda.
— Imagina eu pegando a mulher da Espanha da minha melhor amiga, e Laís também pegando a mulher que eu estaria pegando que é a mulher espanhola da minha melhor amiga...
Gargalhamos com a rede sexual que Nana traçava.

Quando nosso anjo da guarda saiu, continuamos abraçadas no sofá da sala olhando pela janela do apartamento, que oferecia uma vista linda da cidade de São Paulo. Nunca me senti tão completa, feliz, segura de que a felicidade não me escaparia dessa vez. Ficamos em silêncio por um tempo, só nos reconhecendo. Acariciava os braços de Clara, entrelaçava meus dedos nos seus, aconchegava-me mais ao seu corpo, fazia silêncio para ouvir sua respiração, o bater do seu coração, para sentir seu cheiro, seus poros... Clarice me acalmava, apaziguava meu espírito.
— Tenho uma coisa para você. – disse ela cochichando ao meu ouvido e me fazendo arrepiar.
Segurou meu rosto com as mãos, com carinho, e passou a acariciá-lo com as pontas dos dedos. Olhava-me fixamente, descia seu olhar para minha boca, meu nariz, meus olhos... e meu coração disparava e um calor subia. Puxou sutilmente meu rosto para mais perto e começou a beijá-lo e a mordiscar o lóbulo de minha orelha. Os pelos dos meus braços se eriçaram. Seus lábios se abriram num sorriso e sua respiração começou a se alterar quando uma de suas mãos começou a explorar meu ventre. Imediatamente meu estômago deu voltas, minhas pernas amoleceram e o frio na espinha anunciavam o que eu esperava há tanto tempo... me angustiava não conseguir aproveitar tudo, tamanho era meu nervosismo. Mas me aliviava a certeza de que eu teria todo o tempo do mundo.
Minha mão percorreu suas costas devagar até chegar à nuca. Acariciava-a enquanto sentia seu corpo tensionar contra o meu. Meu tesão era absurdo, queria Clarice com urgência, mas, ao mesmo tempo, queria aproveitar cada segundo, cada carinho. Aproximei meu rosto lentamente do seu, para não quebrar o momento de silêncio que dizia tanto... nosso corpo respondia a todas as perguntas que pudessem surgir naquele instante. Clara me encarou novamente, olhou-me fundo e, com certeza, leu o amor que sinto. Sorrimos e nossos narizes se encostaram antes dos lábios. Beijei-os devagar para curtir a lembrança da primeira vez sublime que os toquei. Eles estavam ali, eram os mesmos... eu não imaginava beijar outra boca que não fosse a dela.
Clara passou uma das mãos por baixo do meu cabelo para segurar minha nuca enquanto me beijava cada vez mais intensamente.
Fiz carinho nos seus seios, que cabiam perfeitamente em minhas mãos, e quando senti os mamilos enrijecidos não aguentei de vontade, abri sua camisa, tirei seu sutiã e os tomei na boca com sede. Clara gemeu alto numa explosão de sensações enquanto eu matava a fome daquele corpo que só poderia ser meu... Clara acariciava meu cabelo e forçava minha cabeça para que eu não parasse de chupá-los. Tirou minha blusa, abriu o zíper da minha calça e entendi que era hora de irmos para a cama. Mas não deu tempo, não aguentávamos mais esperar e o sofá estava bem confortável. Tirei o resto de minha roupa enquanto deixava que ela me beijasse. Jogou-se por cima de mim e mapeou meu corpo com toques, beijos, saliva, desejo... devorou-me, segurou com força minhas pernas, olhou-me com olhos em brasa, encaixou-se em mim... beijou minha virilha, encontrou meu ponto de prazer extremo... me deu mais carinho, me tomou com suavidade, força, malícia, ternura, voracidade, paixão. Clarice ainda sabia meu corpo de cor... me enlouquecia. Mesmo assim, quase explodindo no orgasmo que eu guardava há tanto tempo para ela, interrompi o carinho que sua língua fazia em mim porque queria dar a ela o mesmo prazer, no mesmo momento. Virei-me por cima de seu corpo e comecei a fazer a mesma carícia. Senti o ponto de Clara em êxtase, encharcado, pronto para explodir... e explodiu, explodimos, e a liberdade e o início de uma vida nova se puseram diante de nós.

***

A sala de jantar estava à meia-luz. A mesa foi cuidadosamente posta na varanda, sob a lua-cheia que iluminava uma noite de primavera agradável. Duas velas acesas davam o toque romântico à cena: a toalha, os pratos e talheres caprichosamente dispostos. As taças de cristal e o vinho tinto pronto para ser aberto. Meu vestido era solto, com um decote generoso, valorizava meu colo, meus seios. Passei batom, deixei meus lábios bem contornados, convidativos... esperei calmamente por Laís. Coloquei música, passei perfume... olhei o ambiente: uma noite perfeita.
Quando abri a porta, percebi que ficou surpresa com o visual... meu meio sorriso era sensual e seu olhar, intenso. Abri passagem para que ela entrasse. Laís estava, como da vez em que ficamos juntas nas instalações da exposição, de calçado baixo, uma sapatilha que combinava com o vestido longo, que a deixava ainda mais alta e, sinceramente, bonita... malditamente bonita.
Já no meio da sala, correspondeu-me no sorriso e beijando-me demoradamente no rosto.
— Clara, você está deslumbrante.
— Especial para você. – fiquei parada diante dela, não muito próxima. Laís aproximou-se e fazia menção de tocar-me para me beijar. — Calma. – segurei sua mão que alcançava meu rosto. — Temos a noite inteira pela frente. – puxei-a para que se sentasse à mesa enquanto eu abria o vinho devagar, em pé, diante dela.
— Tantas coisas aconteceram nesses últimos tempos. Essa vida é mesmo muito engraçada, não é? – vagarosamente sacava a rolha da garrafa enquanto conversava com Laís, que me observava atenta. — Fiquei três anos atrás de Fernanda, três anos realmente doloridos, em que deixei minha vida amorosa estacionada, esperando resolver essa pendência, preencher essa lacuna imensa que me consumia, me entristecia. – enchi seu copo, esperei que tomasse o primeiro gole e aprovasse o vinho. Depois coloquei um pouco no meu copo e brindamos, mas continuei: — Então descubro que você, a pessoa que, aos poucos, ia preenchendo esse vazio, conhece Fernanda... e me revela coisas que não esperava, e me conta que ela não foi ao encontro, desmontando em mim a ilusão de que aquela mulher também me esperava.
— Querida, porque não esquecemos tudo isso e começamos NÓS, do zero. – Finalmente disse Laís mexendo-se na cadeira um tanto inquieta. Sentei-me finalmente e fiquei em silêncio deixando que ela falasse. — Você é a única mulher que realmente mexe comigo... eu abriria mão de relacionamentos esporádicos e sem importância para assumir um compromisso com você, Clarinha, porque sinto-me extremamente atraída, porque desde muito tempo sou apaixonada por você e tenho certeza de que a faria feliz. – tomou um gole do vinho. — Esqueça Fernanda. Você mesmo disse que não há mais nada a dizer entre vocês. Deixe que ela continue levando a vidinha certinha dela e vamos construir uma juntas.
— Você abriria mão de seu relacionamento esporádico com Fernanda? – perguntei calmamente olhando-a nos olhos. Percebi que num primeiro momento ela não entendeu a pergunta, mas depois sorriu embaraçada. Estava começando a ficar divertido.
— Como assim? Não tenho nenhum relacionamento com Fernanda. Eu disse a você que mal nos falamos... na festa eu era a anfitriã, Clara...
— Sei. – continuei analisando sua reação com um leve sorriso. — Vamos jantar. – e toquei o sininho que estava sobre a mesa.
Da cozinha, passando pela sala de estar e chegando à mesa, na varanda, sustentando uma bandeja tampada, surgiu Fernanda absolutamente irresistível num vestido de noite, de salto, com cabelo cuidadosamente arrumado e uma leve maquiagem que destacava seus olhos verdes e sua boca benfeita. A princípio, Laís apenas me olhava e mal se deu conta da aproximação de Fernanda, mas, quando a viu, levou um susto e sua fisionomia se transformou. Estava vermelha e paralisada. Fernanda a encarou com um sorriso sarcástico e eu, agora, mera espectadora.
— Boa-noite, Laís. – cumprimentou-a deixando a bandeja sobre a mesa e sentando-se ao meu lado, servindo-se do vinho friamente. Laís estava fervendo olhando-nos em silêncio. — Como vai o rosto? Acho que há base demais nele... talvez porque haja alguma marca da minha mão espalmada. – Fernanda sorriu deliciada enquanto eu tentava apenas observar a cena. — Acho que você esqueceu de dizer umas coisas à Clarice, mas vou refrescar sua memória. Esqueceu de dizer que ficamos juntas. Isso depois que soube que minha história se referia à Clarice... Até transamos, lembra?... e tenho que reconhecer que para um sexo casual, sem importância, você faz direitinho. Escondeu-me que conhecia Clarice. Mas você é tão amadora nessa arte de enganar as pessoas que largou pistas por todos os lados... esqueceu-se que havia alguém mais esperto que você: Nana. E chegou ao cúmulo de ser ingênua achando que não iríamos descobrir suas armações ridículas.
Fernanda achou melhor parar e observar uma Laís muda, transtornada, mas que mantinha a pose.
— Vocês poderiam se poupar desse papelão...
Minha vez de sorrir.
— Imagina que não a receberíamos em grande estilo... – comentei erguendo meu copo para ela.
— Clarice, você não deveria brincar assim comigo... tudo o que fiz é porque te amo. Não é possível que prefira uma pessoa confusa e covarde como Fernanda.
Apertei a mão de Fernanda por baixo da mesa.
— Laís, você é arrogante, pretensiosa, desonesta... De verdade não é o tipo de pessoa que me atraia... e mesmo que você tentasse mudar por minha causa, a falta de caráter é irreversível, querida. – ficamos nos olhando por um momento. — Agora, se nos der licença... tenho um jantar com minha namorada. – olhei para Fernanda e sorrimos ignorando a presença de Laís, que largou o guardanapo sobre a mesa, pegou sua bolsa e saiu como um vulto batendo a porta com força atrás de si.
— Finalmente a sós. – disse enquanto me aproximava para tomar a boca da mulher que eu amava tanto e esperei, e acreditei que ela seria minha. Agora minha vida estava completa.
Jantamos, bebemos, fizemos amor a noite inteira. Ter Fernanda nos meus braços, sem pressa, sem a sensação de não saber o que acontecerá no dia seguinte é maravilhoso.
Procuramos juntas seu novo apartamento. Encontramos um a algumas quadras do meu. Nana ajudou na mudança, afinal, eu evitava encontrar Pedro, pelo menos enquanto durasse o processo de separação. Contei aos meus pais toda a looonga história e eles ficaram emocionados (um pouco ressentidos por eu não ter contado antes) e receberam Fernanda muito bem, que logo passou a fazer parte das reuniões, dos jantares, almoços, das festas, viagens, enfim... vida em família, completa. Fê teve mais dificuldades com seus pais. Resolveu contar a história resumidamente, mas não fui muito bem vista (nada é perfeito). De qualquer maneira, minha mulher estava mais forte, decidida... transferia, gradativamente, a segurança que ela tinha nos assuntos do trabalho, para sua vida pessoal e isso me enchia de mais amor e desejo por ela.
Não vimos mais Laís. Ela circulava em nosso meio, mas evitávamos encontros desagradáveis. Nana se encarregou de contar todas as armações dela para nossos amigos e, por isso, a artista-destaque-dos-últimos-tempos encontra-se, no momento, na geladeira.
Continuo dando aulas na faculdade cliente de Fernanda, que contrata os serviços de Nana. Nessa rede de coincidências ainda figuram Júlio, melhor amigo de Fernanda, que é casado com Marcelo, meu fisioterapeuta. Aí fico pensando: nada acontece por acaso... de uma forma ou de outra iríamos nos encontrar porque o que a vida nos reserva é realmente nosso.

FIM.

25 comentários:

Mariana Cortez disse...

Taí gente, o último capítulo. Desculpem o atraso, rs... é mais legal o suspense, não é?
Foi um conto especial pra mim, por diversos motivos... mas, o mais importante é que tudo terminou bem... e assim é nossa vida!
Muito obrigada a vcs, que acompanharam, opinaram, comentaram, brigaram, rs... tudo isso faz valer à pena escrever.

Um beijo enorme pra vcs!!

Unknown disse...

Parabéns, Mari... Você é especial, seus contos são maravilhosos e eu tenho inveja daquela que inspira esses devaneios que se transformam em belos romances...rs... Beijos melosos...rs...

Mariana Cortez disse...

Então, Pri... acho que ultimamente ando contando com minha criatividade mesmo, rsrs. Mas esse conto foi muito especial pra mim. Valeu muito a pena.
Que bom que gostou. Espero logo estar "inspirada" pra escrever outros, rsrs.
Beijos, querida. Obrigada!

Unknown disse...

Tá querendo dizer que está solteira??! Nossa, que desperdício... Bom, então... Te pego sexta à noite e te levo pra jantar... Resolvemos esse problema rapidinho...rs... Beijos e volte a escrever logo...

Anônimo disse...

Solteira?! Ordem alfabética meninas, please...rs

Mariana Cortez disse...

rsrsrsrs ;)
(sorriso sem graça) vcs, hein! rs
Beijos.

Anônimo disse...

Sem graça?! Tem pq não... É extremamente delicada com a legião de fãs e percebe-se que não é só pq é educada. Escreve bem que é uma beleza. É uma gracinha pelo que se dá prá notar pela “fotinha”. Junte com mais o tantão de coisas boas que devem existir e... paquerada mesmo casada de papel passado.
Se estiver casada, parabéns para a felizarda. Se estiver solteira, um conselho: aumente a capacidade de seu e-mail pois vai “chover” propostas de “inspiração”...

Beijoka e que prevaleça a ordem "criteriosa" (???) alfabética...rs

Mariana Cortez disse...

Tô me achando... rs.

Anônimo disse...

Tsc, tsc, tsc... perde tempo com isso não e deixa que eu te acho. Tô te paquerando viu? Ein?! Nem dá prá perceber? Credo!

Unknown disse...

Olha só, se tiver mesmo que escolher deve seguir a ordem de investida... Eu comecei primeiro e as covardes foram atrás...rss.. Principalmente a "Anônimo" que não tem coragem nem de postar o próprio nome...rs... Brincadeira amiga, vamos fazer uma disputa limpa e que vença a melhor...rs... Beijos, Mari!

PS: continue se achando, vc pode...rs...

Unknown disse...

Ah, detalhe... A "Anônimo" tá sugerindo ordem alfabática porque o nome dela deve ser "Zuleika"...rs... Que feio "zuzu"...rs..;)

Mariana Cortez disse...

Hahahaha... muito bom! Minhas 2 únicas leitoras do blog duelando! Olhem, eu não mereço tanto, rs.
Pri, acho que a "Anônimo" começa com A, mas vc pode inverter a coisa e dizer que ganha o primeiro nome que tiver mais letras, rsrsrs.
Beijos, queridas... ótimo fim de semana pra vcs.

R. disse...

Tenha certeza que não são duas únicas leitoras. O resto está na moita. Como eu, por exemplo, que te leio há alguns anos. Mariana, você é... incrível! Beija. :)

Day disse...

Eii, eu tb to na moita.. rsss

beijos adorei contooo

Mariana Cortez disse...

Ahhh bom! Agora sei que tenho mais leitoras, rsrsrsrs.
Obrigada, meninas... um beijo grande!

Unknown disse...

Bom, Mari minha querida, diante de tamanha disputa acredito que seja melhor vc escolher... Posso dar umas sugestões... Você poderia optar pela mais charmosa, nesse caso sou "eu"... Ou a mais sedutora, nesse caso também sou "eu", ou enfim a mais cara de pau, essa nem precisa dizer quem é, né? rs... Beijos não muito comportados...rs...

Anônimo disse...

Priscilla, a Mariana tem razão, meu nome começa com “A”...de Anta. Onde eu estava não tinha internet e só hoje é que vi que vc tem razão, não “assinei” minhas furadas, investidas. Mas vc leu a sugestão da adorável Mariana quanto a ganhar aquela com mais letras no primeiro nome? Como ela já sabe quem sou e, portanto meu nome, nada mais me resta como boa perdedora, senão lhe desejar parabéns...rs

Adorável Mariana, Priscilla e demais companheiras de fã clube uma bjka. Bom final de domingo e uma boa semana.
Ass. ANtA.

Unknown disse...

Chiiiii... Você não é uma ex namorada não né, "Anônimo"? Essa coisa de paixão mal resolvida é difícil de vencer...rs... Sabe aquela atriz que só entra na jogada pra fazer ciúme na protagonista? rs... Não tenho vocação pra isso, esse papel eu dispenso...rs... Beijos e obrigada por me desejar sorte... Ah, e se conhece mesmo a Mari, me responde uma coisa... Acha que tenho chance? rs...

Anônimo disse...

Minha ex-rival (uma pena não duelarmos ao amanhecer), eu não conseguiria ser ex-namorada da gracinha da Mariana. O sofrimento seria atroz, inimaginável...mortal. A flecha do amor seria removida com tanta crueldade que eu sangraria até a morte...rs... Fica tranqüila que o seu papel é de atriz principal...mas sabia que tem coadjuvante que dá um trabalho danado?...:-)
Priscilla, não conheço a Mariana que vai além da escrita deliciosa, mas acredito que tenha chance sim, pq não teria? Você deve ser super gente boa. Eu sim é que fui excluída por ter nome titiquinho...quem sabe se ao invés de Ana meu nome fosse o maior nome do mundo (Brhadaranyakopanishadvivekachudamani) teria uma chance... Mas se fosse acatado a ordem inversa...eu perderia novamente. Fadada ao fracasso.

Unknown disse...

Flecha arrancada do coração a ponto de você sangrar até a morte? rs... Nossa, eu posso até ser a atriz principal na luta pelo olhar da nossa escritora favorita, mas acho que você fica com o oscar de melhor atriz dramática...rs... Então seu nome é Ana? Foi um prazer... Sorte da Mari que tem nós duas como admiradoras, por isso que ela "se acha"...rs... Ops! Brincadeirinha, paixão...rs...

Anônimo disse...

Priscilla, brincadeiras à parte, eu adoro mesmo é a forma como a Mari escreve. Virei fã quando ainda existia o Xanainbox (lembra?) e me apaixonei por Desencontros que ela escreveu em parceria com uma outra autora que, ruim de memória pacas, não lembro e pior ainda sou em navegar na internet, tanto que só a pouco tempo é que a redescobri no Livre Arbítrio e então o blog.

Pri, foi um prazer nossas brincadeiras e Mariana, não nos deixe muito tempo sem seus contos super bem escritos.

Beijão gente,

Ana Maria

Unknown disse...

Bom Ana, eu lembro do Xanainbox sim e também conheci os contos da Mari por lá... Agora esse título "Desencontros" não estou lembrada se consegui ler... Por acaso você o tem? Ou será que você ainda tem no seu acervo, Mari? Se tiverem eu gostaria de receber no meu email, se não for pedir muito...rs... Agora sem dúvida o meu conto preferido da Mari é "O Acaso nos Alcança"... Simplesmente lindo, intenso, avassalador...rs... Ai, ai... Essas lembranças me deram água na boca... Mari, minha linda, estou com fome, muita fome...rs... Sabe que somos responsáveis por aquilo que cativamos não sabe? Então me alimente logo com novas histórias...rs... Uma sugestão, você poderia escrever uma história com cenário diferente, pelo menos pra você... Que tal uma fazenda? Duas mulheres vestidas com calças justas e botas de cowboy...rs... Sei que tem um monte de contos nesse estilo, mas eu adorooooo...rs... Beijos no nariz...

Unknown disse...

Achei o conto "Desencontros" aqui no site... Vou dar uma olhada pra tentar lembrar se li ou não... Beijos!

Unknown disse...

E então, quando vc volta com mais uma história? Estamos esperando...rs.. Beijos!

Mariana Cortez disse...

Oi, Pri... tudo bem?
Está corrido agora, mas já estou pensando em uma, rs.
Em breve volto.
Bjs, obrigada.